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Leonel Vieira em Macau

O realizador português vai estar, este fim-de-semana, no território para estreitar laços culturais e económicos. Co-produções estão na mira.

 

Hong Kong e Macau. Este é o roteiro de Leonel Vieira nos próximos dias, ele que está a preparar dois novos filmes a Oriente. Um destes será rodado na RAEM.

No âmbito de mais uma parceria internacional internacional, o novo projecto do realizador português é produzido pela portuguesa Stopline Films e a espanhola Ruleta Media. Daí que, este fim-de-semana, Vieira venha até ao território “com o objectivo de intensificar e favorecer a nova co-produção cinematográfica e fortalecer o intercâmbio cultural e económico entre organismos e instituições públicas e os novos players do mercado”.

“A co-produção pode ser um instrumento de viabilização das cinematografias nacionais e de integração de mercados audiovisuais”, defende Leonel Vieira, citado numa nota de imprensa.

A Stopline Films, fundada em 2004 pelo cineasta em parceria com a financeira Change Partners, reclama a liderança do segmento audiovisual em Portugal. A fórmula, diz Vieira, é só uma: “Nunca ficarmos quietos ou resignados e elevarmos a qualidade de tudo – seja cinema, televisão ou publicidade – tanto a nível técnico como de imagem, textos, qualidade dramática ou artística.”

Actualmente, o realizador tem “mais de uma dezena de projectos de grande dimensão no mercado internacional”. O último, que reuniu mais reconhecimento internacional, intitulava-se “Rouge Brèsil”. Uma co-produção entre Portugal, França, Brasil e Canadá, protagonizada por Joaquim de Almeida e Stellan Skarsgard, da autoria de Sylvain Archambault.

Baseado na obra de 2001 de Jean-Christophe Rufin, vencedor do prémio Goncourt 2001, o maior da literatura francesa, o filme viaja até 1564 para recordar a invasão do Brasil pelos franceses, que traçaram planos para estabelecer uma colónia na baía de Guanabara, sob a alçada do império português. João da Silva (Joaquim de Almeida), instalado no seu forte e rodeado de índios e soldados ao seu serviço, torna-se o maior obstáculo ao plano de colonização dos franceses, mergulhados em guerras religiosas, de crenças e de poder.

O projecto, rodado na região do Rio de Janeiro, com um orçamento de 8,3 milhões de euros, resultou em filme e numa série de dois episódios com 100 minutos cada.

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