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Creative abre-se ao mundo

O regulamento do concurso audiovisual “Sound & Image Challenge – Two Senses One Voice” foi alterado este ano, abrindo portas a participantes de todo o mundo. A opção, justifica a coordenadora da Creative Macau, vai elevar a competitividade de um evento com seis prémios no valor total de 70 mil patacas.

Pedro Galinha

As inscrições para o primeiro concurso mundial de audiovisual “Sound & Image Challenge 2012 – Two Senses One Voice” estão já abertas e disponíveis até dia 30 Junho. O anúncio foi feito ontem pela organização do evento que adiantou ainda uma novidade. Este ano, as candidaturas podem ser submetidas por projectos estrangeiros.

“Resolvemos alargar [o concurso] ao nível internacional, precisamente para fortalecê-lo, dar a oportunidade a outras pessoas e ser, talvez, mais competitivo. No fundo, também para ganhar mais prestígio”, explicou a coordenadora da Creative Macau, Lúcia Lemos.

A nova edição do concurso, que nas duas edições anteriores (2010 e 2011) só permitia a participação de locais, conta com um parceiro internacional. Trata-se do departamento de Som e Imagem da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa do Porto. Um trunfo que servirá para divulgar o evento em Portugal, mas não só.

“Eles têm parceiros próprios […] nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Bélgica, etc”, enumerou a responsável, que quis deixar claro que os projectos têm de “ter as características de um anúncio de um serviço público ou ser uma campanha” e têm de ser entregues entre 1 de Julho e 11 de Outubro.

Criado com o objectivo de aproximar criativos das áreas do design de som e imagem, o “Sound & Image Challenge 2012 – Two Senses One Voice” conta com seis prémios. O mais importante, destinado ao melhor projecto do concurso, tem um valor de 20 mil patacas.

Para o melhor design de som, a melhor imagem e a comunicação mais eficaz estão previstos prémios de dez mil patacas. O mesmo valor que será atribuído ao projecto local com maior qualidade e ao trabalho que reunir as preferências do público – apurado online.

Em Novembro, o júri composto maioritariamente por membros da organização vai escolher os vencedores. Os resultados serão conhecidos e exibidos no mês seguinte.

União de forças

A Creative partilha a organização do concurso com Instituto de Estudos Europeus de Macau, ao qual pertence. O presidente, José Sales Marques, marcou presença na apresentação do evento e realçou a abertura do espectro de participantes. Razão pela qual os candidatos poderão “utilizar qualquer língua” nos projectos audiovisuais. “Só pedimos que coloquem legendas em inglês”, apelou Sales Marques, antes de anunciar que a organização vai promover um seminário, a 14 de Julho, sobre propriedade privada.

A iniciativa serve para garantir que os candidatos respeitam as normas vigentes a nível internacional. Aspecto que Ray Granlund, da Panda Artist Management – um dos três parceiros locais do concurso, além da LOCO CreativeWorks e da Associação Audio-visual “CUT” –, também reforçou.

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