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Hong Kong a ler mais mundo

1 feira do livro imagem no baixo pagina A Feira do Livro de Hong Kong bate este ano recordes de representação internacional, com 25 países convidados. O livro em português também marca presença.

A Feira do Livro de Hong Kong, com início no próximo dia 17, bate este ano recordes em termos de representação de editoras internacionais. Ao todo, o evento livreiro destinado ao grande público, já na sua 24ª edição, recebe 560 expositores de 25 países e regiões diferentes.

A literatura lusófona também marca presença na feira da região vizinha, levada pela Livraria Portuguesa e pelo Instituto Português do Oriente, que estarão representados no pavilhão Aldeia Cultural Internacional, no Centro de Convenções e Exposições de Wan Chai ao longo dos sete dias do evento, que termina no dia 23.

O livro em português estará ao lado de edições levadas por várias missões diplomáticas representadas em Hong Kong – como Espanha, Peru, Paquistão, Grécia, Brunei, Egipto ou Estados Unidos – e de projectos livreiros da Malásia, Singapura, Rússia, Nepal e Filipinas, entre outros. As edições internacionais em inglês também estarão em 15 expositores da feira.

São vários os destaques da Feira do Livro, este ano com mais de 400 eventos culturais subordinados ao tema “Ler o Mundo – Ler Por um Mundo Melhor”. Há sete séries de seminários agendadas e alguns fóruns com a presença de autores de best-sellers internacionais. A literatura de Hong Kong estará a debater-se com a memória e o rasto de tradições perdidas, numa sessão marcada para 18 de Julho.

Este ano, a feira traz até Hong Kong dois dos nomes consagrados pela revista britânica Granta como estando entre os melhores da sua geração no Reino Unido. Joanna Kavenna, romancista enquadrada na literatura de viagens e com quatro títulos publicados, foi em Abril último declarada pela Granta uma de entre os 20 melhores jovens romancistas britânicos.

Também jornalista e colaboradora de várias das mais reputadas publicações periódicas internacionais (como a revista New Yorker, e os jornais The Guardian ou The New York Times), Kavenna é autora de “The Ice Museum” (2005), “Inglorious” (2007), “The Birth of Love” (2010) e “Come to the Edge” (2012).

Louis de Bèrnieres, autor de “Captain Corelli’s Mandolin”, é outro dos convidados em destaque – também ele eleito pela Granta britânica como um dos melhores da sua década, em 1993. Autor de oito romances de ficção, poesia e vários contos, é também músico, o que se reflecte nas suas obras.

Outros autores internacionais convidados são o escritor indiano Durjoy Datta e John Burdett, autor britânico de livros policiais, a viver entre França e Tailândia. O jornalista Mark O’Neill e Nury Vittachi, autores britânicos a residir em Hong Kong, estão ainda no lote das presenças confirmadas.

A Feira do Livro de Hong Kong junta ainda três autores de peso do mundo dos livros de maior difusão, num fórum aberto ao público e marcado para 19 de Julho. Estarão presentes Jung Chang, autora de “Cisnes Selvagens”, Erica Jong, que vendeu 20 milhões de cópias com o título “Medo de Voar”, e William Shawcross, biógrafo oficial da rainha Isabel I, de Inglaterra.

Os debates em torno do livro vão ainda cruzar literatura, cinema e artes marciais, numa sessão com a presença do realizador Wong Kar-wai e do escritor de Taiwan Zhang Dachun. M.C. 

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